quarta-feira, 4 de abril de 2018

Papel do Professor, Tutor e Aluno.


Olá pessoal do blog e visitantes! Nas pesquisas sobre "quem é quem" na EAD encontramos um vídeo que pode auxiliar um pouco no entendimento da função de alguns participantes deste processo de Educação A Distância. Espero que gostem! Não esqueçam de deixar o comentário de vocês sobre o vídeo e o tema.
Bons estudos! 
Janaína e Josué.

fonte: https://www.youtube.com/watch?v=1NXniAAZi3M

terça-feira, 3 de abril de 2018

RAYANNE TRINDADE - Atividades práticas










Danielle Cristina - Atividades práticas


Contexto histórico da EAD

DANIELLE CRISTINA SOUZA OLIVEIRA


ITTO, Fredric Michael, FORMIGA, Manoel Marcos Maciel, Educação a Distância: o estado da arte. Pearson Education do Brasil. São Paulo, 2009.

A EAD trouxe facilidades e oportunidade para quem quer aprender, porém desde o seu nascimento tiveram momentos de avanços e retardos. As aulas por correspondências foram as primeiras notícias acerca desse modelo de ensino. Caleb Philips fazia o envio de lições semanalmente para os alunos inscritos. No ano de 1891 foi oferecido, por Thomas J. Foster, em Oxford e Cambrid, cursos de extensão. Só em 1924 foi criada a escola Alemã por correspondência por Fritz Reinhardt e em 1910 a Universidade de Queensland também inicia programas de ensino por correspondências. Até esse momento o movimento de educação a distância aparenta surgir em curtos passos e através de um único meio, a correspondências. Mas no ano de 1928 a BBC promoveu cursos de educação de adultos através do rádio, e durante a segunda guerra mundial apareceram novos métodos como por exemplo o ensino da recepção do código Morse. Veja o exemplo:

Fonte:https: //aminoapps.com/c/enigmasemisterios/page/item/codigo-morse/xxVV_JMi QI3aN7Lg3qzjbQ0XlJLR3BpdG7

Mesmo com a boa utilização desses códigos após a segunda guerra, esse não foi o ponto alto da EAD. Seu principal ponto se deu a partir dos anos 60 com a institucionalização de diversas ações do campo educacional secundária e superior.
Atualmente são mais de 80 países fazendo uso da EAD em todos os níveis e em várias áreas como: saúde, agricultura, previdência social...
No ano de 1900, no Brasil, os jornais já anunciavam o oferecimento de cursos profissionais por correspondência, onde foco era para pessoas que estavam em busca de emprego, principalmente na área do comércio e serviços. Esse ensino acontecia por correspondência através dos correios, por meio das ferrovias.
Em 1923 a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro tinha como principal função oferecer educação para a população. A transmissão via rádio foi a segunda ferramenta utilizada para o uso da educação, porém em 1969 o sistema de censura quase acabou por vez com a rádio educativa no país.
Também existem relatos de outros recursos que foram utilizados no Brasil, dentre eles o cinema, a tevê educativa e os computadores. O Brasil possui cerca de 85 instituições com credenciamento para executar cursos de graduação e pós-graduação.
Os cursos EAD vieram para facilitar, porém não são vistos com bons olhos no Brasil, pois é possível ver brechas no que diz respeitos às avaliações e metodologias de ensino. Ao conseguir fecha-las ou ao menos torna-las mais estreitas, o pensamento descriminador perderá espaço, podendo se tornar mais fácil de enxergar a possibilidade de desenvolvimento que esse país pode ter ao investir nessa modalidade. A evolução da EAD não para por aqui, não é o fim, esse momento deve ser visto como mais um passo para progressivos avanços na área.

                                                                                                                                                



Quem é quem na EAD?


Àgata dos Santos - Atividades práticas

Ágata dos Santos Paranhos Ferro



CONTEXTO HISTÓRICO E ATUAL DA EAD - ÁGATA E RAYANNE

ÁGATA DOS SANTOS PARANHOS FERRO
RAYANNE DA FONSECA TRINDADE



CONTEXTO HISTÓRICO E ATUAL DA EAD



ITTO, Fredric Michael, FORMIGA, Manoel Marcos Maciel, Educação a Distância: o estado da arte. Pearson Education do Brasil. São Paulo, 2009.

Ivônio Barros Nunes é economista e participante de movimentos sociais, com isso tem-se dedicado à educação popular; Atualmente assessora a Comissão de Educação do Senado Federal.
João Roberto Moreira Alves é graduado em Ciências Sociais e Jurídicas pela UFRJ e em Administração pela Faculdade Moraes Junior (Mackenzie - Rio); É diretor da Abed e presidente do Ipae e da ABT.
 Fredric Michael Litto, bacharel na UCLA, em 1960; Ph.D. na Universidade de Indiana em 1969; e Livre Docência na USP em 1977; foi Professor Titular de Comunicações na USP de 1971 a 2003, onde fundou e coordenou a “Escola do Futuro da USP”, de 1989 até 2006; Foi também um dos fundadores da Abed e exerce o cargo de presidente; Já exerceu o cargo de consultor do Banco Mundial na área de aprendizagem e distância, entre outros cargos.
Candido Alberto da Costa Gomes, é professor fundador da Universidade Católica de Brasília e titular da cátedra sobre juventude, educação e sociedade; Foi assessor legislativo do Senado Federal e da Assembleia Nacional Constituinte; É consultor de diversas organizações internacionais e autor de mais de 150 publicações, ao todo em 9 idiomas.
O livro trata sobre a trajetória da Educação a Distância e sobre as suas perspectivas. O autor do primeiro capítulo aborda que a EAD, primeiramente e no que se tem conhecimento, surgiu com os anúncios das aulas por correspondência, o qual as apostilas eram enviadas pelos correios e as atividades respondidas do mesmo modo. Com o decorrer dos anos, a EAD foi mudando junto à sociedade. Com o surgimento do rádio, a modalidade de educação a distância passou a transmitir cursos por este meio de comunicação. Do mesmo modo com o surgimento da TV até os dias atuais, com as novidades dos computadores e a internet.
Com a internet tudo foi se tornando mais fácil, principalmente na questão da interação entre os alunos da EAD. Um ponto importante a destacar é que este tipo de modalidade de ensino tem em sua maioria um público adulto, principalmente no Brasil, onde os mesmos passam a maior parte de seu tempo nos trabalhos e com isso esta modalidade torna-se mais viável que o ensino presencial, tendo em vista que, em sua maioria, para entrar em contato com os assuntos não é necessário o deslocamento para o campo de estudo e nem uma hora fixa.
No Brasil, com o surgimento da EAD, em 1904, até os dias de hoje foi inúmeros avanços e também tempos de retrocesso. No segundo capítulo, o autor, João Roberto, coloca em seu texto que há registros históricos em que o Brasil estava entre os principais do mundo no desenvolvimento da EAD, até os anos 70.
Atualmente no Brasil, de acordo com informações do texto, há 158 instituições credenciadas para ministrar cursos de graduação e pós-graduação lato sensu. Sem falar nos grandes números de universidades corporativas, com cursos livres e programas ministrados pelas empresas.
O terceiro capítulo aborda sobre alguns modelos diferenciados de Educação a Distância. O autor relata que o avanço da EAD por meio das TICs, permitiu que empresas e entidades se reestruturassem e possibilitassem o desenvolvimento de atividades e cursos em ambientes virtuais. É evidenciado que também existe a aprendizagem relacionada ao trabalho, como é o caso de milhões de trabalhadores dos Estados Unidos, que realizam atividades fora de ambientes físicos. Além disso, evidencia-se a contribuição da EAD para sujeitos com necessidades especiais, uma vez que, possibilita o acesso a aprendizagem desses alunos, já que a instituição chega até o aluno por meio do mundo virtual.
Fredich Michael discorre que a tecnologia permite-nos ter acesso a centros de ensino em uma escala global e isso pode ser visto pelos programas acadêmicos institucionais existentes ao redor do mundo, além de entidades voltadas a inclusão da aprendizagem virtual. A internet possibilitou que estudantes de todas as idades tenham acesso à educação. A EAD permite que o estudante escolha o que deseja estudar, o meio tecnológico que usará para a aprendizagem, o horário e os dias da semana mais convenientes a sua rotina e a velocidade que almeja aprender cada conteúdo. Nesse processo, é imprescindível que as instituições tenham uma boa equipe de TI, a fim de adaptar às tecnologias para melhorar o processo de ensino-aprendizagem. Por fim, o autor expõem sobre a importância do Moodle e sobre a necessidades de bons materiais, tais como, livros, apostilas e PowerPoints.
O quarto capítulo discute sobre a legislação que trata a EAD e vale destacar os decretos que a legalizam. Inicialmente, vista como clandestina, a EAD começa a ganhar reconhecimento com a LDB, sua regulamentação foi adquirida pelo decreto nº 2.494, de 10 de fevereiro de 1998. O autor evidencia que essa regulamentação não ensejou um terremoto educacional. Posteriormente, o decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, abre um espaço maior para a EAD, “modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias da informação e comunicação”.
Este livro é indicado para todos que tem acesso ao mundo virtual, sendo uma rica fonte de informações para que cada um repense e entenda o desenvolvimento e as contribuições da Educação a Distância. Nesse sentido, deve ser propagado em escolas, jornais, revistas, cursos de formação, visando a conscientização quanto a importância da EAD, além de conhecer ferramenta de consultas práticas e teóricas para a produção diária de atividades dessa modalidade.

RESENHA


Descrição: ufal
Universidade Federal de Alagoas
Centro de Educação
Curso de Pedagogia
__________________________________________________________



Elizangela Lopes da Silva







RESENHA





Trabalho apresentado como requisito de avaliação da disciplina Introdução à Educação a Distância, ministrada pela Profa. Anamelea de Campos Pinto, no semestre letivo 2017.2, no Curso de Pedagogia do Centro de Educação – CEDU, da Universidade Federal de Alagoas – UFAL.








Maceió – AL
2018





RESENHA: CONTEXTO HISTÓRICO E ATUAL DA EAD

A Modalidade Educação a Distância vem nos últimos tempos, sendo muito discutida, principalmente no âmbito acadêmico. Essas discussões mostram que há um interesse crescente por essa modalidade, visto que é uma alternativa que se adequa ao tipo de sociedade em que vivemos hoje, embora esse modelo de educação tenha seus primeiros registros há muito tempo, mais precisamente no início do século XVIII em Boston, nos Estados Unidos com a característica de curso por correspondência.
Trata-se de uma modalidade de ensino que traz novas possibilidades e novas formas de promover a oportunidade de educação a uma demanda cada dia mais crescente em nossa sociedade, pessoas que por vários e diferentes motivos não conseguem frequentar uma escola no sistema presencial, que tem a oportunidade de fazer cursos técnicos profissionalizantes, graduação, pós-graduação e até mesmo cursar o ensino médio em um ambiente virtual e interativo que dá autonomia e emancipação ao aluno, pois oferece flexibilidade de horário, conforto, economia, são de fácil acesso e são reconhecidos pelo MEC.
Essa modalidade de ensino exige uma gestão muito bem fundamentada, com um apoio estrutural que corresponda a um polo para as aulas e avaliações presenciais, aparelhos tecnológicos, tutores, professores, técnicas e metodologias de ensino e material didático de muita qualidade para se conseguir êxito na proposta.
No Brasil fontes relatam a existência da EAD mesmo antes de 1900 no formato de curso de datilografia por correspondência no Rio de Janeiro por professores particulares. Os materiais didáticos eram enviados pelo correio para os interessados que queriam fazer o curso. Em 1923 a rádio Sociedade do Rio de Janeiro, de iniciativa privada trazia novas perspectivas para o ensino a distância, pois transmitia cursos via rádio e atingia boa parte da população fazendo grande sucesso até a sua decaída pelo sistema de censura nos anos 60. A partir daí entra em destaque a transmissão de cursos pela televisão defendida pelo ministério das comunicações que baixou portaria que obrigava  as emissoras comerciais a ceder um tempo livre e gratuito para a transmissão de programas educativos. Os programas de telecursos, da fundação Roberto Marinho são cursos de grande sucesso que atenderam e continuam a atender um número considerável de pessoas até os dias de hoje dando oportunidade de Educação com certificação reconhecida e apoiada pelo poder público.
A internet sem dúvida propagou a garantia de Educação a Distância em todo o mundo devido aos notáveis avanços tecnológicos e de comunicação. Se houvesse um pouco mais de empenho pelo poder público em pouco tempo teríamos uma inclusão digital acessível a todo o país, contudo muitos aspectos com relação à gestão desse formato de educação precisam ser considerados e muito bem pensados, pois para que seja oferecida uma educação de qualidade e que corresponda à eficiência por ela anunciada, faz-se necessário gastos muito altos em logística e pessoas realmente comprometidas. Em relação à legislação aplicável à EAD houve muitos avanços significativos desde a nova LDB em 1996, a partir dela a EAD passou a ser possível em todos os níveis, mas em contra partida a aplicação da lei não se dá de forma íntegra dificultando a expansão dos cursos de educação básica e superior.
O sistema de Educação a distância, como já vimos, ascendeu muito nesses últimos anos e tende a crescer ainda mais, pois os avanços na tecnologia não param e esse fato favorece as mudanças oriundas das novas demandas sociais no que tange aos modelos de relações que se estabelecem, inclusive na educação.










REFERÊNCIA:
LITTO, Fredric Michael, FORMIGA, Manoel Marcos Maciel, Educação a Distância: o estado da arte. Pearson Education do Brasil. São Paulo, 2009.

HERISLANE - ATIVIDADES PRÁTICAS


UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CENTRO DE EDUCAÇÃO – CEDU
CURSO DE PEDAGOGIA

















EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA























MACEIÓ
2018


HERISLANE TAMIRES COUTINHO DA SILVA















EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA


Trabalho apresentado à disciplina Introdução à Educação à Distância do curso de Pedagogia – Licenciatura como requisito para a obtenção de nota.
Orientadora: Prof. Anamelea Campos Pinto.























MACEIÓ
2018

LITTO, FREDRIC M., FORMIGA, MARCOS. Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.

A implantação da EAD abriu possibilidades de se promover oportunidades educacionais, com qualidade, flexibilidade e eficiência. Um estudo feito na Índia consolidou-se, em 1980, a educação a distância como alternativa de qualidade testada e comprovada. Atualmente 80 países adotam este tipo de ensino.
A princípio a educação a distância deu início em 20 de março de 1728, na Gazette de Boston, EUA, as aulas eram por correspondência, ministradas por Caleb Philips, que enviava suas lições todas as semanas para os alunos inscritos. Apenas no século XX esta modalidade de ensino foi inserida nas universidades, que ofereciam cursos de extensão, por meio de correspondência, havendo a implementação do rádio em 1928.
Com a Segunda Guerra Mundial houve a introdução de novos meios de comunicação de massa, como a televisão e o telefone, meio pelo o qual os alunos se comunicavam com os tutores. Mas o verdadeiro impulso se deu a partir dos anos 60, com a institucionalização de ações nos campos da educação secundária e superior.
A história da EAD no Brasil começa antes de 1900, com anúncios em jornais do Rio de Janeiro, oferecendo cursos profissionalizantes de datilografia por correspondência, ministrados por professoras particulares. No entanto, o marco de referência oficial é a instalação das Escolas Internacionais, em 1904, que ofereciam cursos profissionalizantes para as pessoas, o ensino era por correspondência.
Em 1923, foi implementado um novo meio de comunicação, com a fundação da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, que possibilitava a educação popular. No entanto, inúmeros programas, especialmente os privados, foram sendo implantados a partir da criação, em 1937, do Serviço de Radiodifusão Educativa do Ministério da Educação.
Em 1967 o Código Brasileiro de Telecomunicações, determinou que deveria haver transmissão de programas educativos pelas emissoras de radiodifusão e pelas televisões educativas. Para tal, o Ministério das Comunicações definiu que as emissoras comerciais deveriam ceder tempo obrigatório e gratuito à transmissão de programas educativos, porém, em 1990 foram desobrigadas. Vale ressaltar que a própria TV educativa, não pertence à estrutura do MEC, mas sim ao Ministério da Cultura.
Os computadores chegaram ao Brasil, no campo da educação, por meio das universidades, em 1970. Posteriormente, com a Internet disponível nos computadores pessoais, houve uma grande propagação do ensino a distância.
A Associação Brasileira de Teleducação (ABT), criada em 1971, foi a pioneira, em 1980, nos programas de pós-graduação a distância, através de ensino tutorial. Eram 12 cursos, distribuídos em cinco áreas de conhecimento. E a UFMG foi a primeira no País a implantar efetivamente cursos de graduação a distância.
O Brasil, até os anos de 70, estava entre os principais no mundo no desenvolvimento da EAD. No entanto, a partir dessa época, outras nações avançaram, e o Brasil estagnou, devido à revolução deflagrada em 1969 que abortou grandes iniciativas, e por causa do sistema de censura que liquidou a rádio educativa brasileira. Somente no final do século XX é que houve um novo crescimento.
Em relação à legislação, a LDB de 1971, permitia que o ensino supletivo, poderia ser usado em classes ou mediante a utilização de rádio, televisão, correspondência e outros meios. Em 1996, com a nova LDB, a EAD passou a ser possível em todos os níveis, exceto mestrado e doutorado. A avaliação do rendimento dos alunos se realizava no processo por meio de exames necessariamente presenciais. O MEC admite a adoção parcial da EAD em cursos de graduação superior, sendo 80% presencial e 20% a distância. Somente com a regulamentação de 1998 é que foi incluído o mestrado e doutorado na modalidade EAD.
Atualmente, graças a EAD, foi possível a criação das universidades abertas, que não possuem exame eliminatório, possibilitando ao aluno optar por um programa que lhe garantirá um diploma acadêmico. Com isso, existem as “metauniversidades”, que são instituições a distância com mais de cem mil alunos. No Reino Unido é possível ter capacitação profissional em serviço, que inclui EAD, ou seja, o funcionário em seu horário de trabalho realiza cursos a distância.
A EAD representa uma solução para as pessoas com necessidades especiais, afinal essas têm dificuldade para chegar à escola ou à universidade. Também serve como estratégia de substituição de professores, uma vez que, a maioria dos professores das universidades estão com idade avançadas, prestes a se aposentarem.
Com o avanço da tecnologia, as instituições de ensino EAD alcançam os alunos de todo o planeta, porém há um grande custo para traduzir um curso para outra língua, sendo assim, a solução é se limitar aos alunos da sua própria comunidade linguística.
Enfim, a aprendizagem por meio da EAD possibilita que o aprendiz escolha o que deseja estudar, o ‘estilo pedagógico’ com o qual se sente mais confortável, o horário e dia da semana mais apropriado, sendo uma saída para aqueles que não “possuem tempo” para frequentar o ensino presencial, e a velocidade com a qual deseja aprender.